Stop Hate For Profit

A campanha Stop Hate for Profit conta com mais de 400 marcas que prometeram interromper seus investimentos neste mês de julho no Facebook.

Mas, será que as empresas cumprem o que prometem? A melhor estratégia é aderir ao movimento? Qual o impacto que isso tem para o Facebook e outras plataformas de mídia?

O estudo realizado pela Keep.i acompanhou mais de 1.000 campanhas ativasde fevereiro até julho e trouxe algumas respostas.

SURGIMENTO E REPERCURSÃO

O movimento começou a partir dos protestos estadunidenses em 17 de junho de 2020.

Após a morte de George Floyd por policiais brancos em maio, muitos protestos iniciaram em todo os EUA. E o assunto tomou conta da internet.

Com tanta procura e informação a respeito e uma menor recepção ao ódio e intolerância que são compartilhados nas redes sociais, o movimento expandiu cada vez mais rápido e os internautas pararam de aceitar que as redes sociais não fizessem nada para diminuir o ódio dissipado por elas.

A resposta do Mark Zuckerberg, o Facebook investe muito nos sistemas de IA e em revisões humanas para identificar até 90% do conteúdo de discurso de ódio na plataforma, removendo antes de denúncias.

A empresa já removeu mais de 10 milhões de postagens que violam regras contra discurso de ódio nos três primeiros meses de 2020, a maioria antes mesmo que alguém denunciasse.

ASSINE NOSSA NEWSLETTER

Tecnologia, inovação e publicidade de forma rápida e descomplicada.